Missões

camisetasite

A MISSÕES MADRID INTERNATIONAL CHURCH nasceu a mais de dois mil anos atrás com a manifestação no nosso Senhor na terra. Sua sede está situada na cidade de Madrid em Espanha. É uma organização sem fins lucrativos. Nossos recursos provêm de ofertas de centenas de voluntários. Nosso propósito é levar ao mundo a verdade e a salvação aos perdidos, além de melhorar as condições de vida de crianças e familias nos países e regiões mais carentes.

Lutar contra a marginalização, a fome, a desnutrição, a miséria, as doenças, o subdesenvolvimento, a injustiça social, não somente no nosso círculo de amizade ou comunidade, mais a todas as nações do mundo.

Nossa visão cujo fundamento é o Evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo é que cada pessoa, em virtude de sua dignidade e igualdade seja capaz de ser um agente responsável do seu bem estar, seu progresso moral e de seu crescimento espiritual.

Para contactar conosco liga para: +34 91 465 63 04

missoesmic@gmail.com

http://missoesmic.wordpress.com/

Quero fazer parte desse Projeto.

rezando

Talvés você esteja se perguntando, o que preciso fazer para fazer parte deste Ministério? Aqui está a resposta:

Você pode participar deste Projeto de Missões de várias maneiras.

A primeira e mais importante é através da oração. A bíblia diz em Provérbios 15:29 “O Senhor escutará a oração dos justos”, por tanto sem a oração nunca conseguiremos mover o coração de Deus, e assim nunca alcançaremos nossos objetivos. Deus é a nossa principal motivação, Ele é quem nos dá o direcionamento.

A segunda forma de participar é contribuindo, através de uma oferta ou doação. O importe da sua colaboração é você quem vai decidir. Com a sua contribuição nós conseguiremos não somente levar os recursos para as familias que o necessitam como também gerar mais recursos através de eventos e elaboração de materiais promocionais como camisetas, bolsas, etc.

A terceira forma de participar é se doando como voluntário, ofertando o seu tempo e o seu talento para a realização das inúmeras tarefas necessárias para o cumprimento de nossos objetivos. Aquilo que você sabe fazer de melhor é justamente o que nós precisamos para poder ampliar nossas estruturas.

Entre em contato conosco, a sua contribuição será de muita ayuda.

CONHEÇA UM POUCO DA REALIDADE DE UM PAÍS CHAMADO MOZAMBIQUE.

241163494mozambique

ASPECTOS SOCIAIS

atyaaaclnjmmmoobiiypt4-lypazyo9b3yzmyvroivsz4m2pikl0yu7hbx43o9hri4zdkb0ni0qadbcfjd3d-23prbi_ajtu9vdagv4sallv2p4yiarictrnj9dhyw2As famílias moçambicanas estão destruídas! O “casamento” parece durar em média quatro anos. A poligamia não só faz parte da cultura do povo, como é permitida pelo governo. O homem quando desposa a sua mulher, paga um dote (“lobolo”) à família dela e, por isso, quando ele não quer mais a mulher, então a devolve, mesmo tendo filhos com ela. Ainda, os homens têm o direito de espancar as suas mulheres e muitas gostam de apanhar, pois assim se sentem amadas. As mulheres se “casam” com cerca de 12 anos de idade e ficando descasadas se entregam à prostituição. Os filhos sem pai, ou sem mãe, não só por causa dos divórcios, pois muitos morrem também por doenças terríveis, crescem sem base familiar e acabam transferindo tais coisas para as gerações seguintes. dsc00904Isso ocorre em todas as classes sociais. Sem estrutura familiar não há sociedade!Doenças terríveis matam milhares. Em épocas de enchentes, principalmente, o cólera mata milhares através da água e dos alimentos. A febre tifóide idem. Também a leptospirose. Entretanto, as maiores desgraças são a AIDS, a malária e a anemia (fome). A prostituição e a poligamia são agentes da AIDS, e também as lâminas não esterilizadas usadas pelos curandeiros (feitiçaria) para cortar as pessoas em suas práticas, espalham o HIV por todo o país. A malária está em todo o país e faz milhares de vítimas todo ano: esgoto a céu aberto, muita água parada, ajudam na proliferação do mosquito. E parece que não há campanhas de prevenção feitas pelo Governo. Uma enfermeira e missionária, brasileira, (enviada pela AD Campo Limpo, SP) explicou que a malária atinge principalmente o fígado, e quem sofre de anemia por causa da fome e da miséria não resiste e morre na terceira malária. Então, a fome e a malária matam muitos moçambicanos. projeto_africa_2008_331_17Os hospitais são péssimos e na maioria dos casos não há internação, até os doentes mais graves recebem o “remédio” e são dispensados.

A dificuldade na alimentação: as frutas, legumes e hortaliças devem serem lavadas com água sanitária; a água deve ser fervida e filtrada (quem pode só bebe água mineral que é importada da África do Sul). Corre-se o risco de comprar frutas oriundas de cemitérios. A maioria da população de Beira se alimenta de uma massa de milho com peixe seco (salgado) e bebe água de poço.

ASPECTOS POLÍTICOS

dscn3279O Governo nada faz pelo povo. Não dão remédios para a malária, não dão para o HIV; até os remédios que chegam por ajuda internacional são vendidos à população. O aluno de escola pública paga para poder fazer prova (avaliação). O jovem aos dezoito é obrigado a se alistar no exército, onde é enviado para cidades distantes, por dois anos. Se ele não se apresentar ao serviço militar perde todos os seus direitos de cidadania, inclusive emprego. Pode-se também fazer um acordo, que o jovem pague 350.000,00 mt até atingir a idade de 35 anos – é uma exploração cruel. Quando morre alguém, o governo remove o defunto para uma “geladeira” do próprio governo, onde fica cerca de quatro dias, para o atestado de óbito ser entregue à família – muita burocracia. Há liberdade religiosa, porém o governo endossa e estimula a idolatria e o curandeirismo (feitiçaria ou consulta aos ancestrais), chamando os curandeiros de “médicos tradicionais”. Aconselham a população que consultem os curandeiros, e isso ocorre em todas as classes sociais.

ASPECTOS ECONÔMICOS

dsc01022A economia do país é de agricultura de subsistência, basicamente milho e feijão. Alguns grupos muçulmanos exportam fibras do sisal e algodão. Há quem sobrevive da extração de ouro. O comércio é quase todo dominado pelos muçulmanos oriundos do sul da Índia. Existem alguns comerciantes da China, também. Há quem diga que os chineses são presos condenados que são enviados das penitenciárias lotadas da China para viverem em Moçambique. No país não existem fábricas, não há indústria. Tudo é importado ou vem de ajuda internacional. Por não terem acesso aos estudos há muito tempo, não há tecnologia e por isso não têm nenhum desenvolvimento.

ASPECTOS RELIGIOSOS

dsc00991A herança deixada pelos portugueses é a idolatria, ou seja, o Catolicismo nominal; que mesclado às práticas de feitiçaria (curandeirismo) formam a chamada Tradição. Muitos pais de jovens crentes evangélicos tentam desestimulá-los com castigos como dormir ao relento na volta dos cultos, porque a Igreja combate os costumes da Tradição. Isto é, as poucas Igrejas sérias que ensinam toda a verdade. A maioria das igrejas “evangélicas” moçambicanas (e até missões brasileiras) permite que seus membros sejam polígamos e que consultem os curandeiros para aumentarem o número de seus fiéis. São as igrejas da “porta larga”. A IURD também está fazendo um grande mal a Moçambique com as suas práticas confusas. Afora os mormóns e as testemunhas de Jeová. Também há erros nossos, pois muitos ministérios estão abandonando os seus missionários no campo sem sustento (irresponsabilidade missionária).

No interior do país, no mato, animais como as serpentes são usadas para matar outros pelo feitiço: o espírito mal possui o animal e vai picar a pessoa para quem o mal foi encomendado.

Os indianos muçulmanos dominam a cidade de Beira, praticamente todo o comércio, tendo como seus empregados a qualquer preço os negros moçambicanos. O islamismo é imposto a esses empregados, várias mesquitas estão sendo construídas e a cultura africana começa a dar lugar à cultura islâmica. Mansões e carrões são vistos na degradada cidade, contrastando com a sua miséria. Os muçulmanos tentaram eleger um presidente muçulmano nas últimas eleições. Se conseguirem tal coisa, torna-se perigoso o país se transformar em um país fechado ao Evangelho, fechando Igrejas e extraditando os missionários.

12/07/2009 – DOS 10 PAÍSES DO  MUNDO ONDE A TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL É A MAIS ELEVADA 9 SE ENCONTRAM NA ÁFRICA.

CriançaO ex-Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, deplorou o facto de a África Subsariana ser a zona onde “é mais difícil” para uma criança sobreviver até à idade dos cinco anos.

Falando durante o lançamento do relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) sobre a situação da criança africana, Chissano declarou que, em 2008, cinco milhões de petizes na África Subsariana morreram antes da idade dos cinco anos ao passo que em 10 países do mundo onde a taxa de mortalidade infantil é mais elevada, nove se encontram em África.

O documento sobre a criança africana em 2008 que dá uma perspectiva regional da questão crítica da sobrevivência e saúde da criança em África foi lançado, em Nairobi, pelo Gabinete do primeiro-ministro.

Sublinhando ser possível reduzir as taxas de mortalidade infantil mesmo as com percentagens elevadas, Chissano convidou à criação de parcerias comunitárias para lutar contra as doenças no continente.

Ele estimou ser indiscutível que os conflitos, os fracos níveis de educação e a pobreza representavam ameaças sérias à sobrevivência da criança.

É, por conseguinte, imperioso que as crianças e o seu bem-estar figurem na primeira posição da agenda dos Governos africanos, disse.

Chissano felicitou o Quénia pelos seus êxitos registados no quadro da luta contra o paludismo, sublinhando que, através da distribuição dos mosquiteiros impregnados, este país conseguiu controlar o paludismo nos distritos endémicos como os de Kilifi, na província costeira do Quénia.

No seu discurso durante a cerimónia, o primeiro-ministro queniano, Raila Odinga, declarou-se consternado que o paludismo continue a ser a principal causa de mortes das mulheres grávidas e das crianças menores de cinco anos de idade no Quénia.

“Por conseguinte, a Estratégia Nacional de Luta contra o Paludismo visa reduzir a infecção do paludismo e as mortes que resultam desta doença pelo menos até 2010″, declarou Odinga.

Explicando que o país passou da preparação e reacção à epidemia para a prevenção e controlo, sublinhou que um total de um milhão de unidades de alojamento foram pulverizadas, em Abril último, e que cerca de três milhões 500 mil pessoas foram protegidas do paludismo.

Segundo ele, o Quénia rural regista ainda um número elevado de mortes de mães grávidas atribuídas ao paludismo, indicando o último estudo que, em 100 mil gravidezes, cerca de 400 podem culminar em falecimentos devidos ao paludismo.

“O paludismo representa entre oito e 14 por cento dos casos de fraco peso ao nascimento registados no Quénia. É responsável por 13 a 70 por cento dos atrasos de crescimento e de três a oito por cento dos casos de mortalidade infantil cada ano”, declarou.

Odinga sublinhou o compromisso do seu Governo a favor da sobrevivência da criança, declarando que não se pode poupar esforços para garantir que cada petiz tenha a mesma possibilidade, desde o nascimento, de realizar todo o seu potencial.

Declarando que o Governo distribui gratuitamente o tratamento antipalúdico e mosquiteiros impregnados aos cidadãos, o primeiro- ministro precisou, no entanto, ser necessário reflectir de maneira contínua sobre os desafios da resistência dos parasitas do paludismo aos medicamentos utilizados geralmente e da fraca cobertura das intervenções com a da distribuição dos mosquiteiros impregnados.

Ele afirmou que o Quénia está determinado a garantir o acesso de todos os seus cidadãos aos cuidados de saúde no quadro da realização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).

O director regional do UNICEF para a África Oriental e Austral, Per Engebak, declarou este relatório sobre a situação da criança africana “um excelente documento de trabalho sobre a maneira de acelerar o alcance dos ODM em matéria de saúde”.

Engebak indicou que o relatório preconizava uma parceria comunitária mais forte, acrescentando que a responsabilização das famílias e das comunidades em África “é essencial para melhorar a saúde e a nutrição das mães, dos recém-nascidos e das crianças”.

O relatório insiste na necessidade da continuação dos cuidados em tempos e lugares indicados para a gravidez, o parto, os períodos pós-natal e da pequena infância até à infância e à adolescência.

© 2010 MXandrad´S – MMXA. Todos os direitos reservados a
umA nova GErAÇãO louCA apaixonADA POr JESUS, discipulos , Santos, Fiéis e Frutíferos…cumpriDORes do “IDE“ do SENHOR…(mxandrad´S)
Webdesigners: MXandrad´s     –     Programado por MarCoNe

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s